Dadá

I Da porta, ele lançou a mochila no sofá. No lavabo, enquanto lavava as mãos, olhava-se no espelho. As crateras acumulavam-se em seu rosto. Afastou a franja da testa. Com as mãos em concha molhou-se. Deixaria secar naturalmente. Alguém lhe havia dito que era importante hidratar a pele. Na sala de jantar sua mãe mastigava […]

SONHO

Ainda sinto tuas mãos envolvendo meu rosto. Teus olhos, nos meus cravados. A infinita verdade de quem viveu para contar. “Viva intensamente”, assim me diz antes de partir. Agora, Já não me basta dormir.   (Autoral)